
Por Albertine
Carreguei para o Clássicos impressões, nada imparciais, de um cubano sobre Nova York e São Paulo. Adivinhem para que lado ele puxou a sardinha? (quem construiu essa expressão deve mesmo achar sardinha um desbunde gastronômico).
O compatriota de Fidel começa comparando o metrô das duas capitais. Nada melhor do que inaugurar a analogia com o ícone do sepultamento da humanidade. Interessante é perceber como os contrastes do Brasil estão refletidos, até mesmo, no sub de Sampa. Obras de arte e banheiros caminham lado a lado. Já em New York, não tão nova assim, o metrô é a representação do corroído “american way of life”. Paredes cheias de mofo e nada de banheiros. Vai dizer que isso não é a cara dos americanos. Mas incompreensível do que essa pura falta de civilidade, só mesmo o sistema eleitoral dos EUA.
Vou deixar o resto para vocês desenterrarem. Mas o texto vale mesmo pela sensibilidade do autor, um olhar bem particular de um homem experiente que tem a capacidade de parir esse filho de frase: Aos 77 anos de idade, a primeira impressão é a última.
http://www.revistapiaui.com.br/edicao_25/artigo_774/NY_e_SP.aspx